2 de fev. de 2009

Ela era Polyana das brabas.
Não lia nas entrelinhas e
costurava e bordava como ninguém.
Não pintava porque não sabia.
Ironia ela não traduzia pois esse idioma ainda não falava.
Acho que nunca ia falar...

Como é doce seu mundo cor-de-rosa
que roda paralelo ao todo
É azul o pensamento
é verde a perspectiva
é pura!

Vê o que quer
vive o que acha
enxerga e filtra como quer!

Oxalá ela encontre no caminho
uma armadura pesada que proteja seu peito
um escudo firme
e uma chave que abra
quando necessário

talvez ela ensine algo
talvez ela veja o que
a gente não quer ver
e quem sabe então ela não precise
carregar grande fardo...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

comentário